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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Listas de Exercícios de História



Listas de Exercícios de História
Pré-Vestibular Social - Barra do Piraí

Aqui vocês podem encontrar listas de execícios que complementam os temas estudados em sala e os exercícios das apostilas. São questões de vestibular que vão ajudar você a se preparar para as provas.

Busque responder às questões discursivas de forma completa, respondendo o que foi pedido da melhor forma possível, treinando como você faria no vestibular. Responda com mais ou menos cinco linhas, que é aproximadamente o espaço dado nas provas.
Pesquise e estude antes de fazer as questões.
Eu posso corrigir seus exercícios. Para isso você deve me entregar as respostas no polo ou me enviar por e-mail (giopvs@hotmail.com).
Baixe as listas de Exercícios - as 'Baronezas' - clicando abaixo:
Baronezan° 7 (Capítulo 8)

Giovanni Mannarino - Tutor de História

quinta-feira, 24 de maio de 2012

CinePVS - História (3)

Vamos estudar com pipico? Ver um filme é uma ótima ideia para ampliar nossa compreensão sobre um período histórico - sempre se lembrando de que o filme é uma reconstrução subjetiva. Nesse filme podemos observar algumas características dos primeiros tempos da América portuguesa. Divirtam-se!

Hans Staden:
De Luis Alberto Pereira, 1999.
Sinopse:
Hans Staden (Carlos Evelyn) um imigrante alemão que naufragou no litoral de Santa Catarina. Dois anos depois, chegou a São Vicente, concentração da colônia portuguesa no Brasil, onde trabalhou por mais dois anos, visando juntar dinheiro para retornar Europa. Neste tempo em que viveu em São Vicente, Staden passou a ter um escravo da tribo Carijó, que o ajudava. Preocupado com seu sumiço repentino após ter ido pescar, Staden parte em sua procura, sendo encontrado por sete índiso Tupinambás, inimigos dos portugueses, que o prendem no intuito de matá-lo e devorá-lo. a partir de então que passa a ter que arranjar meios para convencer os índios a não devorá-lo e permanecer vivo.
Veja o trailer do filme:


terça-feira, 8 de maio de 2012

Carta de Pero Vaz de Caminha a El Rei D. Manuel

Manuscrito original da carta

Na aula 6 trabalhamos um pouco a "Carta de Pero Vaz de Caminha a El Rei D. Manuel". Estou disponibilizando o link da revista "Educação Pública", da Fundação CECIERJ, que publicou a carta na íntegra e com comentários.

http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/historia/0015.html

 Destaco alguns trechos abaixo.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Cine PVS - História (2)


Este filme pode nos ajudar a compreender melhor o contexto da época. Ele mostra o final da unificação espanhola - conquista de Granada, expulsando os mouros da Península Ibérica em 1492. Com a chegada dos espanhóis no "Novo Mundo", podemos analisar os primeiros contatos entre estes e os nativos: a busca por ouro, a cristianização e os conflitos. Abaixo, vocês podem assitir o filme completo!

1492: A conquista do Paraíso

Sinopse: A viagem de Cristóvão Colombo, que acreditava ser possível atingir "el levante por el poniente", ou seja, o Oriente navegando para o Ocidente, é o cenário épico desse filme de Ridley Scott. A odisséia de Colombo está presente no filme através do cotidiano desgastante, dos motins da tripulação e de toda incerteza que cercava uma expedição daquela época quanto ao rumo e ao prosseguimento da viagem. Sem apoio financeiro de Portugal, a maior potência da época, Colombo dirigiu-se à Espanha e associou-se aos irmãos Pinzon, recebendo ainda uma ajuda dos reis católicos Fernando de Aragão e Isabel de Castela. Com uma nau (Santa Maria) e duas caravelas (Pinta e Nina), o navegador de origem controversa (genovês ou catalão) partiu do porto de Palos em 3 de agosto de 1492 fazendo escala nas ilhas Canárias para reparo de uma das embarcações. Em 12 de outubro do mesmo ano avistou a ilha de Guanani (atual São Salvador). Sem duvidar que estava no Oriente, realizou ainda mais quatro viagens, tentando encontrar os mercados indianos. O filme focaliza também espírito vanguardista de Colombo, suas negociações com a coroa espanhola e a tentativa de estabelecer colônias na América, retratando até a velhice, aquele que é considerado um dos navegantes mais ousados de sua época.


terça-feira, 17 de abril de 2012

O surgimento do Islamismo e sua expansão


A Arábia Pré-Islâmica

A Península Arábica está localizada numa região desértica, entre o mar Vermelho e o Golfo Pérsico. A maioria de seu território é impróprio para a agricultura, composto por desertos. Sua população, durante muitos séculos, dedicou-se ao pastoreio. Do início de seu povoamento até o fim do século VI, a Arábia não possuía um poder político centralizado e se achava dividida em duas regiões distintas:

·         Arábia desértica: nesta região, que corresponde à maioria do território árabe, viviam os beduínos, tribos nômades-pastoris em constante disputa pelos oásis e poços de água; (ÁRABES DO DESERTO);

·         Arábia feliz: esta região era formada por tribos sedentárias, organizadas sob forma de clãs familiares, que, nas regiões litorâneas da Península Arábica, desenvolviam uma economia agrícola e mercantil. Nela surgiram as principais cidades árabes, verdadeiros centros comerciais como Meca e Yatreb, pontos de passagem de caravanas que ligavam o Oriente ao norte da África, Nessas cidades, sobretudo em Meca, surgiram aristocracias mercantis, formada por famílias que dominavam o comércio. Em Meca, esse papel era desempenhado pela tribo coraixita. (ÁRABES URBANOS)

 A religião da Arábia pré-islâmica também favorecia a importância da cidade de Meca. Os árabes, antes de Maomé, seguiam o politeísmo idólatra, isto é, cada tribo cultuava seus ancestrais sob forma de ídolos (imagens) que se achavam conservados na Caaba (templo) de Meca. O deus principal era Alá, simbolizado pela “pedra negra”, que, segundo eles, havia sido enviada dos céus.

Anualmente, milhares de peregrinos, oriundos de todas as regiões da Península Arábica, deslocavam-se em direção à Meca, dinamizando ainda mais o comércio e gerando uma riqueza considerável para os mercadores da cidade.


A Unificação Política: Maomé (570 - 632)

Maomé nasceu em Meca, membro de uma família pobre da tribo coraixita, e foi responsável pelo surgimento de uma nova religião, o islamismo, que garantiu a unidade política à Arábia.

Órfão muito cedo, Maomé foi criado por um avô e um tio. Até os 20 anos foi pastor, quando, então, empregou-se na caravana de uma rica viúva chamada Kadidja, com quem veio a se casar mais tarde e de quem teve uma filha. Atuando como caravaneiro, tomou contato com as duas religiões monoteístas da época: o judaísmo e o cristianismo, das quais extraiu elementos para fundar uma nova religião monoteísta.

Após um isolamento no deserto, voltou à Meca, onde, afirmando ter recebido mensagens de Deus, através do Arcanjo Gabriel, tentou divulgar sua doutrina. Dizia-se instrumento de Deus, enviado aos árabes para ensinar- lhes o caminho da salvação.

Sua doutrina condenava o politeísmo idólatra, fonte de disputas entre os árabes, e defendia o monoteísmo fundado na submissão a Alá e na leitura rigorosa do Corão, livro sagrado dos muçulmanos. O “livro santo”, o Corão, que significa “recitação”, não é uma criação de Maomé. Ele é a palavra de Deus, recitada por Maomé.

Ao divulgar sua doutrina, Maomé chocou-se com os interesses econômicos dos coraixitas de Meca que temiam que a nova religião diminuísse as peregrinações à Caaba, prejudicando assim seus negócios. Maomé foi perseguido e expulso de Meca em 622, dirigindo-se para a cidade de Yatreb, episódio conhecido como Hégira. Este acontecimento marcaria o início do calendário mulçumano.

A cidade de Yatreb, depois Medina (“a cidade do profeta”), recebeu Maomé e seus seguidores, aderindo à religião islâmica e divulgando-a entre os beduínos do deserto. Em pouco tempo, Maomé conquistou uma legião de adeptos que, em 630, se dirigiu e conquistou Meca. Conseguiu, dessa forma, impor uma única religião aos árabes, elemento determinante para a unificação política da região; Maomé, além de chefe religioso, passou a ser o chefe político dos árabes. Em 632, o profeta Maomé morreu e foi sucedido pelos Califas (seguidores do profeta).


Os preceitos do Islamismo

a)      Monoteísmo absoluto: “Não outro Deus senão Alá e Maomé é seu profeta.”;

b)      Preces diárias: Todo mulçumano deve orar cinco vezes ao dia na direção de Meca;

c)      Jejum: Todo mulçumano deve jejuar durante os dias do mês do ramadã;

d)     Obrigação social: Os mulçumanos devem dar esmolas;

e)      Peregrinação a Meca: Todo mulçumano que tiver condições deve ir ao menos uma vez na vida à cidade sagrada de Meca.

Outros preceitos estão presentes na doutrina islâmica: é proibido, por exemplo, comer carne de porco e ingerir bebidas alcoólicas. O número de esposas de cada homem é limitado: no máximo quatro.


A postura do islã frente às outras religiões

Os islâmicos fazem uma distinção entre os não-mulçumanos que praticavam religiões do Livro (religiões que pregavam um Deus único, reveladas pelos primeiros profetas: Abraão e Jesus) e os não mulçumanos que seguiam religiões politeístas, idólatras e tradicionais.

Os últimos, os infiéis, deveriam ser apresentados à religião islâmica e convencidos à conversão. No caso de não aceitarem, a guerra era a única saída. Em relação aos primeiros, a relação entre eles e os mulçumanos era boa. Cristãos e judeus poderiam, inclusive, viver em terras islâmica, ter seus templos e professar sua fé, desde que pagassem os impostos instituídos.

Muitos pensam – ou são levados erroneamente a pensar pela nossa mídia tendenciosa - que a jihad seria a “guerra santa” dos mulçumanos, mas não. Jihad significa “esforço para dar o melhor de sua capacidade”, ou seja, é seguir o Corão da melhor forma possível e crescer como pessoa. Uma prova deste respeito dos mulçumanos às demais religiões é o que veremos no próximo item: eles ocupavam novas terras, mas não impediam os nativos de manter sua religião.

A Expansão do Islamismo

Depois da Morte de Maomé, em 632, os mulçumanos iniciaram um processo de expansão militar e religiosa. O preceito do islamismo de levar sua fé a todos os povos do mundo foi um dos pilares desta expansão, mas outros fatores contribuíram: os Impérios vizinhos, Bizantinos e Sassânidas, por exemplo, estavam muito enfraquecidos.

A expansão muçulmana ampliou os domínios árabes no século VII e VIII em direção ao mar Mediterrâneo, conquistou todo o norte da África e só foi contida na Europa por Carlos Martel, do reino Franco, em 732, na batalha de Poitiers. Ainda assim, fincou raízes na Península Ibérica, de onde só foram expulsos definitivamente em 1492 pelos espanhóis. A oeste, ocupou as terras da Pérsia – atual Irã – e chegou até à Índia.

Depois de fincar raízes no norte da África entre os séculos VII e X, a religião foi sendo levada ao sul do Saara, pelas caravanas de comércio que levavam, além de seus produtos, o seu modo de vida e sua religião. Aos poucos, diversos povos foram se convertendo à nova fé. Quando os portugueses chegaram à África no século XIV, encontrou muitos povos "mouros", islamizados.

Durante quase mil anos, os árabes-muçulmanos controlaram a navegação e o comércio no Mediterrâneo, bloqueando o acesso dos europeus ao comércio com o Oriente. Essa ligação comercial ficou monopolizada por eles.

A partir de meados do século VIII, o Império Islâmico começou a dar os primeiros sinais de decadência. Inicialmente porque a dinastia Omíada, responsável pelo apogeu expansionista, foi substituída pela dinastia dos Abássidas que, disputando o poder político, acabou por promover a fragmentação do Império em Califados independentes. Por outro lado, a resistência ibérica à dominação islâmica sobre a região (Guerra de Reconquista) e o movimento das Cruzadas, iniciado no século X pelos cristãos, também contribuíram para o enfraquecimento do Império. Finalmente, os turcos- otomanos convertidos ao islamismo entraram em choque com os árabes pelo domínio do Mediterrâneo.

Essa história da islamização da África também se liga com a História do Brasil. Como diveros escravos foram trazidos de áreas atingidas pela religião islâmica, essa religião chegou deste lado do Atlântico nos navios negreiros. É por isso que, em 1835, os escravos rebelados em Salvador eram islâmicos, na Revolta dos Malês (ao lado, um trecho de um Corão encontrado em Salvador durante a revolta).

Fonte: Site "Algo Sobre" e livro "História Geral da África, vol III



segunda-feira, 16 de abril de 2012

"Histórias do Brasil" (1) - TV Brasil


Episódio:

 "Antes do Brasil, Cabo Frio, 1530"

Neste episódio da série "Histórias do Brasil", produzido pela Tv Brasil, é possível analisar os primeiros tempos da colonização do que veio a ser o Brasil. Podemos detectar o escambo entre portugueses e indígenas e características dos tupi - como a poligamia, guerra ritual e os rituais de antropofagia. Percebemos também como os portugueses não valorizam estas terras nos primeiros anos - já que não haviam descoberto ouro. Instalaram aqui apenas feitorias para defesa e comércio de pau-brasil.



"Muitos chegaram ao Brasil no encalço da descoberta dos portugueses em 22 de abril de 1500. Nas primeiras décadas do século XVI, encantado com o Oriente e suas especiarias, Portugal não fixou colonos na América, mas espalhou feitorias, com função comercial e de defesa, como a de Cabo Frio. Europeus se atiravam no litoral em busca do precioso pau-brasil, que produzia um corante avermelhado cobiçado nos mercados europeus. Outros desembarcavam a força, degredados pela justiça portuguesa, ou acaso, nas tripulações dos navios.  Eram tempos de oportunidades, cobiça e disputas numa terra que nascia sob o signo do encontro entre mundos tão diferentes."

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Chocolate: alimento dos deuses!



Quem não gosta de chocolate? Pode ser preto ou branco, amargo ou ao leite, líquido, em barra ou em ovos de páscoa: essa delícia é uma unanimidade mundial! Nada melhor, portanto, do que aprender um pouco mais sobre esse produto e as ligações que ele pode ter com nosso ano de Vestibular.
História:
Foram os maias os primeiros a descobrir que da semente do cacau era possível extrair um líquido amargo capaz de produzir força e disposição para quem o bebesse. Como parecia uma dádiva divina ficou conhecido com o alimento dos deuses.



Cristóvão Colombo foi o primeiro europeu a experimentar o cacau. Em 1502, na sua quarta e última viagem à América, Colombo surpreendeu uma grande embarcação indígena que transportava produtos agrícolas, incluindo grãos de cacau. Estes grãos eram usados tanto para produzir uma bebida quanto como moeda.
Já no século XVI, no início da colonização da América, a bebida foi levada para a Europa pelos espanhóis com o rótulo de alimento energético e afrodisíaco. Na Europa a bebida amarga ganhou outros ingredientes como o leite e o açúcar e, com o sabor bem mais agradável, se tornou uma bebida de muito sucesso.



Mesmo assim o chocolate sofreu com a resistência da igreja que achava que aquela sensação de prazer poderia ser considerada um pecado. Com o passar dos anos a implicância com o chocolate foi diminuindo e o produto virou um sucesso de vendas, dominando as prateleiras de mercados em todo mundo.



Para atender a essa demanda, que aumentou muito nos séculos XVIII e XIX, o cacau passou a ser plantado em diversas colônias, entra elas o Brasil, particularmente no sul da Bahia (Ilhéus e Itabuna). Durante o Império, o cacau foi um dos principais produtos de exportação brasileiros ao lado do café, cana-de-açúcar e algodão. A Bahia continua sendo o principal estado produtor de cacau no Brasil até os dias de hoje.



A "Revista de História da Biblioteca Nacional” edição n° 43 de abril de 2009 traz um dossiê especial sobre chocolate e alguns artigos interessantes (Clique na imagem para acessar o site da Revista):
O doce sabor da América: O chocolate foi o primeiro sabor americano a conquistar a Europa.( Eddy Stols)
Páscoa, tempo defesta: Evitar os excessos? Que nada. No Brasil Colônia, as atividades da Quaresma agitavam a vida social. (Georgina Santos)
Embalado para viagem: Sob o olhar admirado dos estrangeiros, o Brasil do século XIX vivia a “civilização do cacau”. (Lucia Maria Paschoal Guimarães)
A Bahia no centro do mundo: Na literatura de Jorge Amado, personagens, ambientes e relações sociais retratam o período áureo do cacau. (Antonio Guerreiro)
Chocolate amargo: Relatos narram as desventuras de dois profissionais envolvidos com a iguaria (Fabiano Vilaça)


Literatura:


Um dos autores que melhor transmitiu em sua obra o cenário da região cacaueira da Bahia foi Jorge Amado. Em seu segundo livro, Cacau (1933), o autor mostra a realidade dos trabalhadores de uma fazenda de cacau do sul da Bahia. O livro refletia as tensões políticas da época e as escolhas ideológicas do autor. Conhecer a obra de Jorge Amado é uma obrigação de todos os brasileiros em geral e de todos os vestibulandos em particular, ainda mais neste ano de 2012 em que o autor completaria 100 anos de nascimento.




Biologia:







Poucos conhecem a forma como o chocolate afeta o nosso organismo. Na grande mídia sempre encontramos reportagens que nos dão informações confusas, uma vez que alterna entre uma visão trazendo grandes riscos para a saúde e outra visão exaltando os seus benefícios. Afinal, comer um pequeno pedaço de chocolate é bom ou ruim?


Os benefícios à saúde provenientes do cacau e chocolate são conhecidos há centenas de anos. Quando Hernán Cortez visitou a América Central, uma de suas primeiras observações foi o uso rotineiro do chocolate. Naquela época o produto era consumido como medicamente sendo usado no tratamento de uma série de desordens como angina (princípios de infarto) e “dores no coração”.


A aterosclerose é responsável pela morte de 17 milhões de pessoas por ano no mundo (no Brasil cerca de 300 mil mortes/ano). Esta caracterizada como uma doença inflamatória que causa obstrução nos vasos sanguíneos arteriais, impedindo/dificultando a passagem de nutrientes e oxigênio. O processo de formação de placas ocorre quando partículas de colesterol LDL (“colesterol ruim”), leucócitos e monócitos penetram no vaso sanguíneos e passam a produzir espécies reativas de oxigênio (radicais livres) que vão causar lesões e depósitos de plaquetas que pode levar a formação de trombos. Além disso, os radicais livres são tóxicos às células do vaso sanguíneos, aumentando as chances do vaso obstruir, seguindo-se de trombose e inflamações.


O chocolate e o cacau possuem um composto denominado flavóides, em que doses corretas apresentam efeitos benéficos na prevenção de doenças cardiovasculares, diversos tipos de cânceres, inflamações e conseqüentemente diminuir os efeitos da formação de trombos nos vasos sanguíneos por ser vinculado a uma capacidade antioxidante.


Apesar do chocolate possuir muita gordura saturada, alguns estudos demonstram que o consumo tem efeitos neutros no colesterol LDL (“colesterol ruim”). Estudos recentes inclusive indicam que o consumo de chocolate amargo aumenta a concentração de colesterol HDL (“bom colesterol”).


Além disso o chocolate possuir endorfina e serotonina que atuam como calmante natural e alivia a sensação de dor. Em alguns casos, dependendo das concentrações, a dor pode ser substituída pela sensação do prazer e do bem estar. A endorfina é responsável pelo sentimento de euforia e êxtase que atua no sistema límbico. Inclusive, doses de serotonina são liberadas no corpo durante o orgasmo sexual, por esse motivo que as pessoas dizem que sexo e chocolate tem os mesmo efeitos relaxantes e deixam as pessoas felizes.


A ciência consegue explicar as várias características do chocolate que contribuem para a sua popularidade, mas ainda se discute como ocorrerão os seus efeitos pós-consumo. Mas uma coisa é certa: tanto do ponto de vista científico quanto sensorial, nada se compara ao chocolate.


CinePVS - Alunos também indicam!:
A aluna Luana Carvalho indicou o filme "Chocolate". "Acho que seria bem conveniente para esta publicação, certo? =D"

Sinopse:
Vianne Rocher (Juliette Binoche), uma jovem mãe solteira, e sua filha de seis anos (Victorie Thivisol) resolvem se mudar para uma cidade rural da França. Lá decidem abrir uma loja de chocolates que funciona todos os dias da semana, bem em frente à igreja local, o que atrai a certeza da população de que o negócio não vá durar muito tempo. Porém, aos poucos Vianne consegue persuadir os moradores da cidade em que agora vive a desfrutar seus deliciosos produtos, transformando o ceticismo inicial em uma calorosa recepção.

domingo, 1 de abril de 2012

CinePVS - História(1)


Não há nada melhor do que um filminho para relaxar, certo? E por que não, em ano de vestibular, aliar a sessão pipoca com uma pitada de estudo? É para isso que estamos criando essa coluna em nosso Blog: o "CinePVS". Aqui daremos dicas de filmes que podem somar mais informações às aulas, contribuindo para o estudo de vocês. Além disso, sabemos que relaxar um pouco e sair daquela rotina louca de estudos de vez enquando faz bem. Então chame a galera, faça a pipoca e divirta-se!

Os filmes indicados hoje podem contribuir para nossa 4ª aula, sobre Renascimento Cultural e Reformas Religiosas, aproveitem!

LUTERO

Sinopse:
Esta luxuosa superprodução histórica, com locações na Alemanha, Itália e República Tcheca, é a provocante biografia do polêmico Martim Lutero, o padre que, no século 16, dividiu a Igreja e mudou o mundo ao conduzir uma reforma cristã que abriu novas possibilidades para explorar a fé? O luteranismo. Foi um dos períodos mais revolucionários e conturbados da história da humanidade. O filme começa com seus votos para se tornar monge e explora em seguida seu conflito interno, pois que se encontra dividido entre o desejo de ser santificado e a revolta ante a corrupção e a hipocrisia presentes na hierarquia católica. Lutero é acusado de heresia e passa a ser perseguido por cardeais e príncipes. Mas nada o afasta de sua luta: tornar as Escrituras acessíveis ao devoto de posses modestas, alimentando a fé através da justiça e da fraternidade. O filme foi um grande sucesso na Alemanha, onde foi visto por cerca de 2,5 milhões de espectadores.
Assista o filme completo no vídeo abaixo:


O NOME DA ROSA

Sinopse:
Em 1327 William de Baskerville (Sean Connery), um monge franciscano, e Adso von Melk (Christian Slater), um noviço que o acompanha, chegam a um remoto mosteiro no norte da Itália. William de Baskerville pretende participar de um conclave para decidir se a Igreja deve doar parte de suas riquezas, mas a atenção é desviada por vários assassinatos que acontecem no mosteiro. William de Baskerville começa a investigar o caso, que se mostra bastante intrincando, além dos mais religiosos acreditarem que é obra do Demônio. William de Baskerville não partilha desta opinião, mas antes que ele conclua as investigações Bernardo Gui (F. Murray Abraham), o Grão-Inquisidor, chega no local e está pronto para torturar qualquer suspeito de heresia que tenha cometido assassinatos em nome do Diabo. Considerando que ele não gosta de Baskerville, ele é inclinado a colocá-lo no topo da lista dos que são diabolicamente influenciados. Esta batalha, junto com uma guerra ideológica entre franciscanos e dominicanos, é travada enquanto o motivo dos assassinatos é lentamente solucionado.
Assista o filme completo no vídeo abaixo:



sábado, 31 de março de 2012

Baroneza n°2

 
Lista de exercícios de História - Baroneza nº 2
 
Referente ao Capítulo 3 (aulas 3 e 4).


Segue o link para baixar a lista:


Para que eu corrija, vocês podem entregar as respostas pessoalmente no dia 14/04/2012 ou enviar por e-mail (giopvs@hotmail.com).

Bons estudos a todos!


Giovanni Mannarino - Tutor de História

Pré-Vestibular Social - Barra do Piraí

sexta-feira, 30 de março de 2012

A Disputa pelo Passado



"Apagando a memória" - Carlos Latuff
Quem disse que o passado é coisa dos livros de História? Que é isolado do presente? Na nossa conversa do primeiro dia de aulas do PVS-BPI nós falamos da ligação entre a história/passado com o nosso presente. É fundamental conhecer os fatos ocorridos para entender como o mundo está organizado. Além disso, temos que ter noção de que há disputas pelo passado: o que realmente aconteceu? Qual opinião está certa? Esses debates estão rolando o tempo todo. Ontem, no centro do Rio, tivemos um exemplo claro desta disputa pela verdade.
Uma cerimônia estava marcada para acontecer no Clube Militar, no centro do Rio de Janeiro. O evento aproveitaria a data do aniversário do Golpe Militar de 1964 para fazer um debate sobre “A verdade de 1964” e comemorar os 48 anos do golpe. No evento, estariam diversos militares, entre eles muitos acusados de tortura, assassinato e perseguições políticas durante a ditadura.
Sabendo disso, diversos movimentos sociais que lutam contra a Lei de Anistia, pela apuração dos crimes da ditadura na Comissão da Verdade e pela revelação do paradeiro dos desaparecidos políticos, organizaram uma manifestação. Eles se perguntavam como alguém poderia comemorar o golpe? Comemorar a morte de seres humanos? A perseguição política? O fim das liberdades? E depois de tudo isso ainda ficar impunes?

Ou seja, a História dos anos do “Regime Civil-militar” (como um grupo defende que deve ser chamado o período) ou “Ditadura Militar” (como outro grupo nomeia o período) ainda está em disputa. Qual é a verdade? São os homens em suas relações uns com os outros no presente que vão escrevendo o futuro e disputando qual o passado deve ser lembrado, como ele deve ser recontado.
Esse é só um exemplo das dinâmicas que acontecem pelo mundo continuamente. Para entender essas disputas - as relações, os conflitos, os debates, as trocas econômicas, as influências culturais entre os homens, regiões, países e continentes – é fundamental conhecer nossa História!
Veja o vídeo da manifestação:


Bons estudos a todos! Informe-se! Conheça! Opine!
Giovanni Mannarino - Tutor de História
Pré-Vestibular Social - Barra do Piraí

segunda-feira, 26 de março de 2012

Baroneza nº 1


Lista de exercícios de História - Baroneza nº 1, referente às três primeiras aulas.

Segue o link para baixar a lista:

Para que eu corrija, vocês podem entregar as respostas pessoalmente no dia 31 ou enviar por e-mail (giopvs@hotmail.com).

Bons estudos a todos!

Giovanni Mannarino - Tutor de História
Pré-Vestibular Social - Barra do Piraí